Em uso diário na nossa empresa
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Uma segunda-feira no GUIMA: a agenda da semana, uma cobrança saindo e o mês fechando.

Entrar no GUIMAAbre numa tela de acesso. É a porta de quem já usa: família, professor e equipe da nossa empresa. Se você quer ver por dentro, a demonstração é marcada com a gente.
A conta que quase nenhuma escola sabe fazer não é quanto ela cobra pela hora de aula. É quanto essa hora custa para ser entregue. O professor está numa planilha, o deslocamento em outra, o administrativo em nenhuma, e o preço acaba sendo definido pelo que o concorrente cobra.
Depois vem o segundo problema, que é pior porque é silencioso: o aluno que parou de vir há quarenta dias e ninguém percebeu, o pacote pago e não usado, o contrato que venceu sem renovar. Nada disso aparece sozinho quando a informação está espalhada. Aparece no fim do mês, como resultado que não bate.
O que ele faz
- Cadastro e carteira
- Responsável, aluno, escola onde estuda, contrato, plano e histórico, com a família inteira numa ficha só.
- Agenda
- Aula marcada, confirmada, realizada ou remarcada, com disponibilidade de professor e a grade da semana.
- Dinheiro que entra
- Planos, tabela de preços com vigência, emissão de cobrança, renovação e cancelamento.
- Dinheiro que sai
- Folha de professor, despesa, rateio e os demonstrativos do mês.
- Comercial
- Funil, follow-up e metas, para o contato não morrer na caixa de mensagem.
- Três portais
- A família acompanha aulas e pagamentos, o professor lança aula e disponibilidade, o aluno vê as dele. Ninguém precisa ligar para a secretaria para saber o que já está no sistema.


Como funciona por dentro
- A situação do aluno é calculada, não marcada à mão
- Quem está no funil, ativo, começando a sumir ou já inativo sai da última aula e da agenda. Ninguém precisa lembrar de mudar um campo, e por isso a lista não mente. Quem já tentou manter isso à mão sabe que dura duas semanas.
- A tabela de preços tem vigência
- Quando o preço sobe, quem já é cliente continua na tabela da época dele e só cadastro novo paga a nova. Isso evita a conversa mais desgastante que uma secretaria tem.
- A cobrança tem peneira
- Bolsista e conveniado não entram na régua de quem paga cheio, e isso é regra do sistema, não disciplina de quem clica.
- Tudo deixa rastro
- Quem alterou, quando, e o que era antes.

O Gui, que atende dentro do sistema
O Gui é o assistente do GUIMA. Ele fica numa aba lateral, em qualquer tela, e responde com o contexto da operação: quem pergunta não precisa saber em que relatório mora o dado. É a diferença entre um sistema que guarda a informação e um que devolve a informação.
- Responde sobre a operação: quantas aulas fecharam, quem está atrasado, o que trava o dia.
- Fica onde a pessoa já está, e não num aplicativo separado que ela esquece de abrir.
- Conversa por escrito, do jeito que a equipe fala, sem exigir nome de tela nem de campo.

O estado, dito na cara
Este é o maior dos nossos sistemas e o menos pronto para receber alguém amanhã. Ele foi construído para uma escola, a nossa, e é isso que ele faz muito bem. Atender uma segunda escola não é criar um cadastro: é levantar um ambiente próprio, migrar o histórico que já existe e ajustar o que a sua casa faz diferente da nossa.


Como se contrata
Implantação dedicada, orçada depois de entender o tamanho da escola, quantos alunos vêm no histórico e o que precisa mudar. A conversa começa por um diagnóstico, sem custo, do que você usa hoje.
GUIMA é construído e mantido pela GuimaTech, do Grupo Guimarães.