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Gestão financeira

O sistema que cuida do dinheiro do grupo

Cobrança, conciliação e obrigação fiscal num núcleo só, que os outros sistemas consomem. Em construção: hoje roda internamente, ainda não se contrata.

Em construção, uso interno

Ver funcionando

A cobrança nascendo no GUIMA, passando pelo núcleo e voltando conciliada.

Visão geral do Financeiro com a tarja de ambiente protegido, quatro indicadores (recebido, a receber, vencido, conciliação) e os centros de resultado.
A tarja no topo é do próprio sistema, não um aviso que colamos: a produção financeira segue bloqueada até a conclusão fiscal. Tela real do sistema, com os dados sensíveis borrados.

Abrir o FinanceiroAbre numa tela de acesso. O acesso é restrito ao dono e às pessoas autorizadas do departamento financeiro, porque o sistema fala com banco. A tela de entrada, essa sim, qualquer um vê.

Quando uma casa tem mais de um sistema, o dinheiro é a primeira coisa a se partir. O gestor escolar emite a cobrança de um jeito, o recrutamento fatura de outro, e a conciliação vira uma planilha que alguém refaz todo mês. Some com o extrato, e ninguém sabe dizer qual recebimento pertence a qual serviço.

Este sistema existe para ser o único lugar onde isso acontece. Ele é um núcleo: os outros sistemas do grupo pedem a cobrança a ele, e é ele que fala com o banco, guarda a credencial e devolve o resultado conciliado.

O que ele faz

Recebíveis
Cobrança avulsa, parcelada e assinatura, com estorno e cancelamento, cada uma amarrada ao serviço que a originou.
Conciliação
O que o banco confirma volta para o sistema de origem, em vez de virar conferência manual no fim do mês.
Fiscal e contábil
Política fiscal, pessoa jurídica recebedora, perfil contábil e o dossiê da reunião contábil, que é onde a contabilidade e a diretoria olham para os mesmos números.
Repasse a parceiro
Divisão de valores entre a casa e quem prestou o serviço, para o repasse não depender de alguém lembrar de calcular.
Tela de operação contábil interna com competências mensais, obrigações e evidências documentais.
O fechamento do mês recusa divergência, obrigação pendente e hora sem custo. Reabrir uma competência exige justificativa escrita.

Como funciona por dentro

A credencial do banco existe em um lugar só
Nenhum outro sistema do grupo guarda chave de pagamento. Eles pedem ao núcleo, e o núcleo fala com o banco. Vazamento em qualquer um dos outros não entrega o dinheiro.
Pedido repetido não cobra duas vezes
Toda escrita carrega uma chave de idempotência, e o retorno do banco é conferido contra o que já foi registrado. Cobrança em duplicidade por reenvio é o defeito mais caro que existe nesse assunto, e é dele que esta regra protege.
Produção não liga sozinha
O ambiente de testes é o padrão, e passar para produção exige duas chaves ligadas ao mesmo tempo, de propósito. Sistema de dinheiro que entra em produção por descuido de configuração cobra gente de verdade.
Dossiê da reunião contábil, versionado, com as premissas da empresa e o mapa das cinco operações do grupo.
A regra fiscal fica registrada e versionada, com dono, em vez de viver na cabeça de uma pessoa.
Tela de acesso do Financeiro, com a frase Cada valor no lugar certo e os três pilares do sistema.
A porta do sistema. O acesso é restrito ao dono e às pessoas autorizadas do departamento financeiro.

O estado, dito na cara

Este é o mais novo dos quatro e o único que ainda não atende ninguém de fora. Ele está no ar, mas rodando em ambiente de testes: a produção depende de parecer da contabilidade sobre a matriz fiscal, e nós não vamos ligar antes disso.

Financeiro é construído e mantido pela GuimaTech, do Grupo Guimarães.

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A primeira conversa é sem compromisso. Diga o que a sua escola precisa resolver e a gente diz, com honestidade, se algo aqui serve.